Abaixo publiquei artigos da autoria de Eduardo Guimarães e Luiz Carlos Azenha, respectivamente, dos sítios Cidadania.com e de Vi o Mundo.  Enquanto fazia o famoso Ctrl+C Ctrl+V imaginei que não seria algo muito criativo apenas copiá-los e publicá-los, mesmo que com os devidos créditos, pois, segundo o filósofo Marcos (2009, p. à ser escrita – não procurem, ele ainda não publicou este ensaio!), o ato de escrever é a atividade mais elevada do ser humano, ou da intelectualidade humana… da erudição… ou algo próximo disso. Portanto, não poderia deixar de tentar exercitar este hábito que por vezes me parece ser um enorme desafio, para não dizer um problema. (Penso que seria mais produtivo escrever meu TCC, mas isso não vem ao caso agora…)

Obviamente, ao obedecer os padrões da norma culta, aplicar-lhe algum estilo, reescrever por algumas dezenas de milhares de vezes (já imaginou Camões e os 8816 versos decassílabos?)  e usar da criatividade, o fruto da ação da escrita poderá ecoar por décadas, séculos e até milênios. Prova desta afirmação, são os milhares de escritores com os quais “trombamos” cotidianamente… Não com os autores, suas obras!

“Exemplos:”

Exemplos? Tá, exemplos: Fernando Pessoa, Shakespeare (Is it right?), Machado de Assis, Drummond, Tolstói, Gabriel Garcia (não escreverei Márquez, pois não sei se é com “s” ou com “z” e se tem acento), Kafka, outros ótimos escritores e outros não tão “ótimos” que tem suas obras eternizadas na memória de muitos e nas provas de literaturas do vestibular.

Está claro que esta luminária não tem a ambição de, sequer chegar aos pés das obras dos supra-citados – inclusive dos não tão “ótimos” – mas, aos poucos e com calma, romper o bloqueio sócio-intelecto-educacional e expressar o inexprimível… Tá ficou clichê, eu sei… não preciso forçar a barra nos primeiro posts…

Mas, de qualquer forma, o que importa é que… os autores… que escrevem… textos… autores que escrevem textos é redundante…

Perdi o foco…

Isso é o que dá quando não se elabora um texto com começo, meio e fim; com coesão e coerência. Inclusive, para que não confundam este texto com um dos ótimos e não tão ótimos escritores, deixarei o título que escrevi inicialmente (isso mesmo comecei pelo título!) e que não tem conexão com o texto.

Tá ruim, eu sei, preciso melhorar, mas, ao menos, ainda não me acomodei.

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